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Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://hdl.handle.net/20.500.12008/55785 Cómo citar
Título: Prescrições e desprescrições de antimicrobianos na terminalidade de vida: análise hospitalar
Autor: Silva, Jade Laís Vasconcelos da
Gava, Anelise Souza
Sá, Adriana Müller Saleme de
Arpini, Luana da Silva Baptista
Tipo: Artículo
Palabras clave: Anti-infecciosos, Desprescrições, Infecções, Cuidados paliativos, Anti-Infective agents, Deprescriptions, Infections, Palliative care, Antiinfecciosos, Desprescripciones, Infecciones
Descriptores: PRESCRIÇÕES DE MEDICAMENTOS, HOSPITALIZAÇÃO, BRASIL, DRUG PRESCRIPTIONS, HOSPITALIZATION, BRAZIL, PRESCRIPCIONES DE MEDICAMENTOS, HOSPITALIZACIÓN
Fecha de publicación: 2026
Resumen: Introdução. Cuidados paliativos priorizam qualidade de vida e alívio de sintomas em pacientes com doenças ameaçadoras da vida. O uso de antimicrobianos em pacientes em fim de vida é controverso, com evidências limitadas de benefícios clínicos. Há incertezas éticas e legais, especialmente diante do rápido declínio funcional e presunção frequente de infecção, o que pode resultar em uso excessivo de antibióticos sem melhoria significativa para o paciente. Objetivo. Analisar a utilização de antimicrobianos e manejo de casos infecciosos nos últimos dez dias de vida nos prontuários de pacientes em cuidados paliativos que faleceram. Método. Trata-se de um estudo transversal, retrospectivo com análise de prontuários e prescrições de pacientes atendidos pela equipe de residência em cuidados paliativos no período de janeiro de 2022 a julho de 2023. O estudo foi realizado em um hospital público da rede estadual, localizado em uma cidade do Sul do Estado do Espírito Santo, Brasil. Para coleta de dados utilizou-se um formulário semiestruturado. Resultados. Do total de 207 pacientes avaliados, 50 atenderam aos critérios de elegibilidade e, entre estes, mais de 70% utilizaram antimicrobianos nos últimos dez dias de vida. O foco urinário foi o mais prevalente, acometendo 54% dos pacientes, entretanto, em 11 prontuários (22%) de pacientes em tratamento antibiótico, não foi possível identificar ou não havia especificação do foco infeccioso. As cefalosporinas de terceira geração constituíram a classe de antimicrobianos mais prescrita (31%), com predomínio da via intravenosa (90%). Os microrganismos isolados com maior frequência foram Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae (21% cada). Conclusões. A prescrição de antimicrobianos nos últimos dez dias de vida nessa população foi superior à descrita na literatura, possivelmente relacionada à inexperiência e à falta de capacitação em cuidados paliativos dos profissionais. Esse achado convida à reflexão sobre a tomada de decisão quanto à prescrição de antimicrobianos.

Introduction. Palliative care prioritizes quality of life and symptom relief for patients with life-threatening diseases. The use of antimicrobials at the end of life remains controversial, with limited evidence of clinical benefit. Ethical and legal uncertainties persist, particularly in the context of rapid functional decline and the frequent presumption of infection, which may lead to excessive antibiotic use without significant patient benefit. Objective. To analyze antimicrobial use and the management of infectious conditions during the last ten days of life based on medical records of palliative care patients who died. Method. This is a retrospective, cross-sectional study based on the analysis of medical records and prescriptions of patients assisted by a palliative care residency team between January 2022 and July 2023. The study was conducted in a public state hospital located in a city in southern Espírito Santo State, Brazil. Data were collected using a semi-structured form. Results. Of the 207 patients evaluated, 50 met the eligibility criteria, and among them, more than 70% received antimicrobials during the last ten days of life. Urinary tract infection was the most prevalent focus (54%); however, in 11 medical records (22%) of patients receiving antibiotic therapy, the infectious focus could not be identified or was not specified. Third-generation cephalosporins were the most frequently prescribed antimicrobial class (31%), with intravenous administration predominating (90%). The most frequently isolated microorganisms were Escherichia coli and Klebsiella pneumoniae (21% each). Conclusions. Antimicrobial prescription during the last ten days of life in this population was higher than that reported in the literature, possibly related to inexperience and insufficient training in palliative care. These findings prompt reflection on decision-making regarding antimicrobial prescription.

Introducción. Los cuidados paliativos priorizan la calidad de vida y el alivio de síntomas en pacientes con enfermedades que amenazan la vida. El uso de antimicrobianos al final de la vida es controvertido, con evidencia limitada de beneficio clínico. Existen incertidumbres éticas y legales, especialmente ante el rápido deterioro funcional y la frecuente presunción de infección, lo que puede conducir a un uso excesivo de antibióticos sin un beneficio significativo para el paciente. Objetivo. Analizar el uso de antimicrobianos y el manejo de los casos infecciosos durante los últimos diez días de vida a partir de los registros clínicos de pacientes en cuidados paliativos que fallecieron. Método. Estudio transversal y retrospectivo basado en el análisis de historias clínicas y prescripciones de pacientes atendidos por un equipo de residencia en cuidados paliativos entre enero de 2022 y julio de 2023. El estudio se realizó en un hospital público de la red estatal, ubicado en una ciudad del sur del estado de Espírito Santo, Brasil. Los datos se recopilaron mediante un formulario semiestructurado. Resultados. De los 207 pacientes evaluados, 50 cumplieron los criterios de elegibilidad y, entre ellos, más del 70% recibió antimicrobianos en los últimos diez días de vida. El foco urinario fue el más frecuente (54%); sin embargo, en 11 historias clínicas (22%) no fue posible identificar o no se especificó el foco infeccioso. Las cefalosporinas de tercera generación fueron la clase de antimicrobianos más prescrita (31%), con predominio de la vía intravenosa (90%). Los microorganismos aislados con mayor frecuencia fueron Escherichia coli y Klebsiella pneumoniae (21% cada uno). Conclusiones. La prescripción de antimicrobianos en los últimos diez días de vida fue superior a la descrita en la literatura, lo que invita a reflexionar sobre la toma de decisiones en este contexto.
Descripción: https://rue.fenf.edu.uy/index.php/rue
Editorial: Udelar. FE
EN: Rev. Urug. Enferm; 21 (1)
Citación: Silva, J, Gava, A, Sá, A y otros. "Prescrições e desprescrições de antimicrobianos na terminalidade de vida: análise hospitalar" Rev. Urug. Enferm; 21 (1) [en línea] 2026. 16 p.
e-ISBN: 2301-0371
ISSN: 0797-6194
Licencia: Licencia Creative Commons Atribución - No Comercial - Sin Derivadas (CC - By-NC-ND 4.0)
Aparece en las colecciones: Revista Uruguaya de Enfermería - Facultad de Enfermería

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