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    <title>Colibri Colección : Encuentros Latinoamericanos (e-ISSN: 1688-437X) es una publicación electrónica semestral, arbitrada, especializada en América Latina, en la rama de las humanidades y las ciencias sociales.</title>
    <link>https://hdl.handle.net/20.500.12008/38209</link>
    <description>Encuentros Latinoamericanos (e-ISSN: 1688-437X) es una publicación electrónica semestral, arbitrada, especializada en América Latina, en la rama de las humanidades y las ciencias sociales.</description>
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    <dc:date>2026-03-02T18:35:23Z</dc:date>
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    <title>Domesticación tecnológica y conocimiento situado en el cuidado de mujeres gestantes en Santiago de Chile</title>
    <link>https://hdl.handle.net/20.500.12008/53612</link>
    <description>Título: Domesticación tecnológica y conocimiento situado en el cuidado de mujeres gestantes en Santiago de Chile
Autor: Sibrian, Nairbis
Resumen: El cuidado de la salud durante la gestación implica acciones en las que intervienen numerosos objetos y tecnologías. Sin embargo, los mecanismos socio-técnicos bajo los cuales se lleva a cabo, las entidades que involucra y sus implicaciones, así como la producción de conocimiento, no han sido suficientemente estudiadas. Este artículo es el resultado de una investigación cualitativa realizada entre el 2017 y 2018 sobre la construcción sociotécnica del embarazo y las disputas de saber que ocurren durante este período. El objetivo es describir la red de agentes humanos y no humanos que sostienen el cuidado durante el embarazo, atendiendo la domesticación de objetos y ensamblajes socio-técnicos en espacios privados y cotidianos. A través de un estudio de caso múltiple y el seguimiento etnográfico de tres mujeres embarazadas en Santiago de Chile, provenientes de estratos socioeconómicos diversos y con sistemas de previsión disímiles, el artículo revela cómo en momentos de controversia, las personas involucradas en la gestación alteran el guion tecnológico de objetos asociados al cuidado. Mediante entrevistas en profundidad y contactos de seguimiento, durante ocho meses de inmersión en trabajo de campo, se aprecia que los objetos biomédicos y de cuidado, una vez domesticados, favorecen re-distribuciones de poder, con la emergencia de nuevos usos, significados e identidades en torno a la tecnología, lo que ensancha las posibilidades de autodeterminación de las y los participantes del estudio.; Health care during pregnancy involves actions in which numerous objects and technologies are involved. However, the socio-technical mechanisms under which it is carried out, the entities involved, and their implications, as well as the production of knowledge, have not been sufficiently studied. This article is the result of qualitative research conducted between 2017 and 2018 on the socio-technical construction of pregnancy and knowledge disputes during this period. The aim is to describe the network of human and non-human actors that sustain care during pregnancy, attending to the domestication of socio-technical objects and assemblages in private and everyday spaces. Through multiple case studies and the ethnographic monitoring of three pregnant women in Santiago de Chile, coming from diverse socio-economic strata and with dissimilar welfare systems, the article reveals how in moments of controversy, the people involved in pregnancy alter the technological script of objects associated with care. Through in-depth interviews and follow-up contacts, during eight months of immersive fieldwork, it is seen that biomedical and cares objects, once domesticated, favor redistributions of power, with the emergence of new uses, meanings, and identities around technology, which widens the possibilities of self-determination of the participants in the study.; Os cuidados de saúde durante a gravidez envolvem acções em que estão envolvidos numerosos objectos e tecnologias. No entanto, os mecanismos sócio-técnicos sob os quais é realizado, as entidades envolvidas e as suas implicações, bem como a produção de conhecimentos, não foram suficientemente estudados. Este artigo é o resultado de uma investigação qualitativa realizada entre 2017 e 2018 sobre a construção sócio-técnica da gravidez e as disputas de conhecimento que ocorrem durante este período. O objectivo é descrever a rede de actores humanos e não humanos que sustentam os cuidados durante a gravidez, atendendo à domesticação de objectos e montagens sócio-técnicas em espaços privados e quotidianos. Através de um estudo de caso múltiplo e do acompanhamento etnográfico de três mulheres grávidas em Santiago do Chile, provenientes de diversos estratos socioeconómicos e com sistemas de bem-estar social diferentes, o artigo revela como, em momentos de controvérsia, as pessoas envolvidas na gravidez alteram o guião tecnológico dos objectos associados aos cuidados. Através de entrevistas aprofundadas e contactos de acompanhamento, durante oito meses de trabalho de campo imersivo, verifica-se que os objectos biomédicos e de cuidado, uma vez domesticados, favorecem redistribuições de poder, com a emergência de novos usos, significados e identidades em torno da tecnologia, o que alarga as possibilidades de autodeterminação dos participantes no estudo.</description>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://hdl.handle.net/20.500.12008/53605">
    <title>Long-Acting Reversible contraception: análise das controvérsias que cercam sua circulação no sistema único de saúde no Brasil</title>
    <link>https://hdl.handle.net/20.500.12008/53605</link>
    <description>Título: Long-Acting Reversible contraception: análise das controvérsias que cercam sua circulação no sistema único de saúde no Brasil
Autor: Nascimento, Naiara Nara Coutinho do; Brandão, Elaine Reis
Resumen: Os contraceptivos hormonais reversíveis de longo prazo (LARC) têm sido promovidos por associações médicas, organizações internacionais multilaterais e empresas farmacêuticas como sendo altamente seguros, eficazes e com poucas contraindicações. Enquanto contraceptivos de ação prolongada que independem da motivação da usuária, são considerados a “solução ideal” para grupos de mulheres socialmente estigmatizadas (adolescentes; usuárias de substâncias; em situação de rua; privadas de liberdade; portadoras de HIV). Sob argumentos técnico-científicos para se erradicar a gravidez imprevista, a gravidez na adolescência e morbimortalidade materna/infantil imputadas a tais gestações indevidas, estes métodos são indicados como “solução” individual para um problema social muito mais complexo e estrutural. Embora tais contraceptivos não estejam disponíveis no planejamento reprodutivo do Sistema Único de Saúde (SUS), iniciativas têm sido implementadas visando sua oferta a mulheres tidas como “vulneráveis” ou em “risco social”. Trata-se de pesquisa socioantropológica que se debruçou sobre material documental para compreender as controvérsias que permeiam a circulação social da LARC no SUS, no Brasil. Assim, identificou-se uma rede sociotécnica com atores-chave responsáveis pela divulgação, promoção e inclusão da LARC em políticas públicas municipais/estaduais, conjugando interesses de mercado, ciência e Estado a serviço de propostas mais sofisticadas de controle reprodutivo, na direção de corpos femininos jovens, pobres e negros. A perspectiva da justiça reprodutiva é mobilizada para ampliar a abordagem das condições sociais de vida de usuárias do SUS, que sofrem com o racismo, a exclusão social e necessitam de cuidados de saúde e políticas sociais que ultrapassem a regulação unilateral de sua fecundidade.; Hormonal Long-Acting Reversible Contraceptives (LARC) have been promoted by medical associations, international multilateral organizations and pharmaceutical companies as being highly safe, effective, and with few contraindications. As long-acting contraceptives that do not depend on user’s motivation, they are considered the “ideal solution” for groups of socially stigmatized women (adolescents; substance users; living on the street; deprived of freedom; HIV-positive). Under technical-scientific arguments to eradicate unintended pregnancy, teenage pregnancy and maternal/infant morbimortality attributed to such undue pregnancies, these methods are indicated as an individual “solution” to a much more complex and structural social problem. Even though such contraceptives are not available in the family planning of the Brazilian Unified Health System (SUS), initiatives have been implemented aiming to offer those to women considered “vulnerable” or at “social risk”. This is a socio-anthropological research that focused on document analysis to understand the controversies that permeate the social circulation of LARC in the Brazilian Unified Health System. Thus, a sociotechnical network was identified with key actors responsible for the dissemination, promotion and inclusion of LARC in municipal/state public policies, combining market, science and state interests at the service of more sophisticated proposals for reproductive control towards young, poor and black female bodies. The reproductive justice perspective is mobilized to amplify the view of the social conditions of life of SUS users, who suffer from racism, social exclusion and need health care and social policies that go beyond the unilateral regulation of their fertility.; Los anticonceptivos hormonales reversibles de largo plazo (LARC) han sido promovidos por asociaciones médicas, organizaciones internacionales multilaterales y empresas farmacéuticas como altamente seguros, eficaces y con pocas contraindicaciones. Como anticonceptivos que no dependen de la motivación de la usuaria, son considerados la solución ideal para mujeres socialmente estigmatizadas (adolescentes; usuarias de sustancias, en situación de calle, privadas de la libertad; portadoras de VIH). Sobre argumentos técnico-científicos para erradicar el embarazo no deseado y morbimortalidad materna/infantil atribuidas a tales gestaciones indebidas, estos métodos son indicados como solución individual para un problema social más complejo y estructural. Aunque tales anticonceptivos no estén disponibles en la planificación reproductiva del Sistema Único de Salud (SUS), han sido implementadas iniciativas que apuntan su oferta a mujeres consideradas vulnerables o en riesgo social. Se trata de una investigación antropológica que se inclinó sobre material documental para comprender las controversias que rodean la circulación social de los LARC en el SUS, en Brasil. Así, se identificó una red sociotécnica con actores-clave responsables por la divulgación, promoción e inclusión de los LARC en políticas públicas municipales/estaduales, unificando intereses del mercado, ciencia y Estado al servicio de propuestas más sofisticadas de control reproductivo, en dirección a cuerpos femeninos jóvenes, pobres y negros. La perspectiva de la justicia reproductiva es movilizada para ampliar el abordaje de las condiciones sociales de vida de las usuarias del SUS, que sufren con racismo, exclusión social y necesitan de cuidados de salud y políticas sociales que ultrapasen la regulación unilateral de su fecundidad.</description>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://hdl.handle.net/20.500.12008/53554">
    <title>Presentación</title>
    <link>https://hdl.handle.net/20.500.12008/53554</link>
    <description>Título: Presentación
Autor: Viera, Mariana; Machin, Rosana</description>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://hdl.handle.net/20.500.12008/53191">
    <title>Inicios y evolución de la brecha de género en matemática simbólica</title>
    <link>https://hdl.handle.net/20.500.12008/53191</link>
    <description>Título: Inicios y evolución de la brecha de género en matemática simbólica
Autor: Delorme Mancel, Fanny
Resumen: La brecha de género en matemáticas ha sido ampliamente estudiada por sus consecuencias sociales y económicas de inequidad. Este estudio se propone analizar su aparición y evolución en estudiantes desde edad escolar temprana, principalmente para las habilidades simbólicas adquiridas durante la escolarización. Utilizando datos de la Prueba Uruguaya de Matemática (PUMa), aplicada a 965 estudiantes en 2023 y a una cohorte de seguimiento de 143 estudiantes en 2024, examina las diferencias de rendimiento y de progreso entre último año de ciclo inicial y segundo grado de escuela. Los resultados indican una ventaja masculina significativa en matemática simbólica emergente hacia finales del ciclo inicial. Esta brecha se profundiza en primer y segundo grado por el mayor progreso que logran además los varones año a año, independientemente del nivel socioeconómico escolar. Estos hallazgos destacan el papel de la escolarización en el desarrollo temprano y profundización de la brecha de género en matemáticas, y confirman que las diferencias entre géneros no son innatas, sino socialmente construidas. Se recalca la necesidad de políticas educativas que promuevan la equidad de género en el aprendizaje matemático desde edades tempranas, con el apoyo de investigaciones sobre la influencia de los estereotipos de género tanto en docentes como estudiantes.; The gender gap in mathematics has been widely studied due to its social and economic implications regarding inequality. This study aims to analyze its emergence and development in students from an early school age, focusing mainly on symbolic mathematical skills acquired during schooling. Using data from the Uruguayan Mathematics Test (PUMa), administered to 965 students in 2023 and to a follow-up cohort of 143 students in 2024, the study examines differences in performance and progress between the final year of early childhood education and second school grade. The results indicate a significant male advantage in emerging symbolic mathematics skills toward the end of early education. This gap widens in first and second school grade due to the greater year-over-year progress made by boys, regardless of the school’s socioeconomic level. These findings highlight the role of schooling in the early development and deepening of the gender gap in mathematics, confirming that gender differences are not innate but socially constructed. The study underscores the need for educational policies that promote gender equity in mathematics learning from an early age, supported by research on the influence of gender stereotypes in both teachers and students.; A desigualdade de gênero em matemática tem sido amplamente estudada devido às suas consequências sociais e econômicas de desigualdade. Este estudo propõe-se a analisar seu surgimento e evolução em estudantes desde a idade escolar precoce, com foco principal nas habilidades simbólicas adquiridas durante a escolarização. Utilizando dados da Prova Uruguaia de Matemática (PUMa), aplicada a 965 estudantes em 2023 e a uma coorte de acompanhamento de 143 estudantes em 2024, examina as diferenças de desempenho e progresso entre o último ano da educação infantil e o segundo ano do ensino fundamental. Os resultados indicam uma vantagem masculina significativa em matemática simbólica emergente no final da educação infantil. Essa desigualdade se aprofunda no primeiro e segundo anos devido ao maior progresso ano após ano alcançado pelos meninos, independentemente do nível socioeconômico da escola. Esses achados destacam o papel da escolarização no desenvolvimento precoce e no aprofundamento da desigualdade de gênero em matemática, confirmando que as diferenças entre os gêneros não são inatas, mas socialmente construídas. Ressalta-se a necessidade de políticas educacionais que promovam a equidade de gênero na aprendizagem matemática desde a infância, com apoio de pesquisas sobre a influência dos estereótipos de gênero tanto em professores quanto em estudantes.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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