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  <title>Colibri Comunidad :</title>
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  <id>https://hdl.handle.net/20.500.12008/20</id>
  <updated>2026-08-21T22:47:29Z</updated>
  <dc:date>2026-08-21T22:47:29Z</dc:date>
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    <title>Embarazo y migración: vivencias de mujeres migrantes en Uruguay</title>
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      <name>Marina Silva, Katia</name>
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    <id>https://hdl.handle.net/20.500.12008/56222</id>
    <updated>2026-07-27T15:22:12Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Embarazo y migración: vivencias de mujeres migrantes en Uruguay
Autor: Marina Silva, Katia
Resumen: Uruguay cuenta, hoy en día, con una presencia significativa de mujeres migrantes en edad reproductiva. Esta investigación tiene como objetivo comprender la vivencia de una gestación cursada en contexto de migración reciente a través del rol desempeñado por las redes de apoyo y la opinión de las mujeres sobre la atención en salud. El enfoque es cualitativo, de tipo fenomenológico; la población son mujeres migrantes residentes en Montevideo y área metropolitana (Uruguay), que culminaron un embarazo durante los primeros dos años consecutivos a su radicación y entre 2008 y 2024. Los resultados destacan el sentimiento de soledad relacionado con redes de apoyo insuficientes y una valoración positiva de la atención sanitaria. Se identificaron, además, el rol de género, de la cultura de origen y la dificultad para acceder legalmente a la interrupción voluntaria del embarazo. Como conclusiones, se sugiere fomentar redes de apoyo de calidad, abordar la salud mental de las personas migrantes, modificar la normativa relativa a la interrupción voluntaria del embarazo y desarrollar la competencia cultural en profesionales sanitarios.; Uruguay currently has a significant presence of migrant women of reproductive age. This study aims to understand the experience of pregnancy in the context of recent migration, through the role played in support networks and women's opinions on healthcare. The approach is qualitative and phenomenological; the study population consists of migrant women residing in Montevideo and the metropolitan area (Uruguay), who completed a pregnancy within the first two years of their settlement, between 2008 and 2024. The results highlight feelings of loneliness related to insufficient support networks and a positive assessment of healthcare. The study also identified gender roles, the influence of culture of origin, and difficulties in legally accessing voluntary termination of pregnancy. The conclusions suggest promoting high-quality support networks, addressing the mental health of migrants, modifying regulations regarding voluntary termination of pregnancy, and developing cultural competence among healthcare professionals.; O Uruguai apresenta atualmente uma presença significativa de mulheres migrantes em idade reprodutiva. Esta pesquisa visa compreender a experiência da gravidez no contexto da migração recente, através do papel desempenhado pelas redes de apoio e as opiniões das mulheres sobre os cuidados de saúde. A abordagem é qualitativa e fenomenológica; a população do estudo consiste em mulheres migrantes residentes em Montevidéu e na região metropolitana (Uruguai) que engravidaram nos primeiros dois anos de sua chegada ao país, entre 2008 e 2024. Os resultados destacam sentimentos de solidão relacionados à insuficiência das redes de apoio e uma avaliação positiva dos cuidados de saúde. O estudo também identificou o papel do gênero, a influência da cultura de origem e a dificuldade de acesso legal à interrupção voluntária da gravidez. As conclusões sugerem a promoção de redes de apoio de alta qualidade, a atenção à saúde mental das migrantes, a modificação das regulamentações relativas à interrupção voluntária da gravidez e o desenvolvimento da competência cultural entre os profissionais de saúde.
Descripción: https://rue.fenf.edu.uy/index.php/rue</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Prescrições e desprescrições de antimicrobianos na terminalidade de vida: análise hospitalar</title>
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      <name>Silva, Jade Laís Vasconcelos da</name>
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      <name>Gava, Anelise Souza</name>
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      <name>Sá, Adriana Müller Saleme de</name>
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      <name>Arpini, Luana da Silva Baptista</name>
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    <id>https://hdl.handle.net/20.500.12008/55785</id>
    <updated>2026-06-29T17:42:02Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Prescrições e desprescrições de antimicrobianos na terminalidade de vida: análise hospitalar
Autor: Silva, Jade Laís Vasconcelos da; Gava, Anelise Souza; Sá, Adriana Müller Saleme de; Arpini, Luana da Silva Baptista
Resumen: Introdução. Cuidados paliativos priorizam qualidade de vida e alívio de sintomas em pacientes com doenças ameaçadoras da vida. O uso de antimicrobianos em pacientes em fim de vida é controverso, com evidências limitadas de benefícios clínicos. Há incertezas éticas e legais, especialmente diante do rápido declínio funcional e presunção frequente de infecção, o que pode resultar em uso excessivo de antibióticos sem melhoria significativa para o paciente. Objetivo. Analisar a utilização de antimicrobianos e manejo de casos infecciosos nos últimos dez dias de vida nos prontuários de pacientes em cuidados paliativos que faleceram. Método. Trata-se de um estudo transversal, retrospectivo com análise de prontuários e prescrições de pacientes atendidos pela equipe de residência em cuidados paliativos no período de janeiro de 2022 a julho de 2023. O estudo foi realizado em um hospital público da rede estadual, localizado em uma cidade do Sul do Estado do Espírito Santo, Brasil. Para coleta de dados utilizou-se um formulário semiestruturado. Resultados. Do total de 207 pacientes avaliados, 50 atenderam aos critérios de elegibilidade e, entre estes, mais de 70% utilizaram antimicrobianos nos últimos dez dias de vida. O foco urinário foi o mais prevalente, acometendo 54% dos pacientes, entretanto, em 11 prontuários (22%) de pacientes em tratamento antibiótico, não foi possível identificar ou não havia especificação do foco infeccioso. As cefalosporinas de terceira geração constituíram a classe de antimicrobianos mais prescrita (31%), com predomínio da via intravenosa (90%). Os microrganismos isolados com maior frequência foram Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae (21% cada). Conclusões. A prescrição de antimicrobianos nos últimos dez dias de vida nessa população foi superior à descrita na literatura, possivelmente relacionada à inexperiência e à falta de capacitação em cuidados paliativos dos profissionais. Esse achado convida à reflexão sobre a tomada de decisão quanto à prescrição de antimicrobianos.; Introduction. Palliative care prioritizes quality of life and symptom relief for patients with life-threatening diseases. The use of antimicrobials at the end of life remains controversial, with limited evidence of clinical benefit. Ethical and legal uncertainties persist, particularly in the context of rapid functional decline and the frequent presumption of infection, which may lead to excessive antibiotic use without significant patient benefit. Objective. To analyze antimicrobial use and the management of infectious conditions during the last ten days of life based on medical records of palliative care patients who died. Method. This is a retrospective, cross-sectional study based on the analysis of medical records and prescriptions of patients assisted by a palliative care residency team between January 2022 and July 2023. The study was conducted in a public state hospital located in a city in southern Espírito Santo State, Brazil. Data were collected using a semi-structured form. Results. Of the 207 patients evaluated, 50 met the eligibility criteria, and among them, more than 70% received antimicrobials during the last ten days of life. Urinary tract infection was the most prevalent focus (54%); however, in 11 medical records (22%) of patients receiving antibiotic therapy, the infectious focus could not be identified or was not specified. Third-generation cephalosporins were the most frequently prescribed antimicrobial class (31%), with intravenous administration predominating (90%). The most frequently isolated microorganisms were Escherichia coli and Klebsiella pneumoniae (21% each). Conclusions. Antimicrobial prescription during the last ten days of life in this population was higher than that reported in the literature, possibly related to inexperience and insufficient training in palliative care. These findings prompt reflection on decision-making regarding antimicrobial prescription.; Introducción. Los cuidados paliativos priorizan la calidad de vida y el alivio de síntomas en pacientes con enfermedades que amenazan la vida. El uso de antimicrobianos al final de la vida es controvertido, con evidencia limitada de beneficio clínico. Existen incertidumbres éticas y legales, especialmente ante el rápido deterioro funcional y la frecuente presunción de infección, lo que puede conducir a un uso excesivo de antibióticos sin un beneficio significativo para el paciente. Objetivo. Analizar el uso de antimicrobianos y el manejo de los casos infecciosos durante los últimos diez días de vida a partir de los registros clínicos de pacientes en cuidados paliativos que fallecieron. Método. Estudio transversal y retrospectivo basado en el análisis de historias clínicas y prescripciones de pacientes atendidos por un equipo de residencia en cuidados paliativos entre enero de 2022 y julio de 2023. El estudio se realizó en un hospital público de la red estatal, ubicado en una ciudad del sur del estado de Espírito Santo, Brasil. Los datos se recopilaron mediante un formulario semiestructurado. Resultados. De los 207 pacientes evaluados, 50 cumplieron los criterios de elegibilidad y, entre ellos, más del 70% recibió antimicrobianos en los últimos diez días de vida. El foco urinario fue el más frecuente (54%); sin embargo, en 11 historias clínicas (22%) no fue posible identificar o no se especificó el foco infeccioso. Las cefalosporinas de tercera generación fueron la clase de antimicrobianos más prescrita (31%), con predominio de la vía intravenosa (90%). Los microorganismos aislados con mayor frecuencia fueron Escherichia coli y Klebsiella pneumoniae (21% cada uno). Conclusiones. La prescripción de antimicrobianos en los últimos diez días de vida fue superior a la descrita en la literatura, lo que invita a reflexionar sobre la toma de decisiones en este contexto.
Descripción: https://rue.fenf.edu.uy/index.php/rue</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Factores de riesgo ocupacionales, impacto en la salud y calidad de vida en profesionales de enfermería: revisión integrativa</title>
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    <author>
      <name>Valenzuela Suazo, Sandra Verónica</name>
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      <name>Orellana Alvear, Johanna Marlene</name>
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      <name>Parra Chacha, Silvia Marianela</name>
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      <name>Méndez Barbecho, Nancy Alexandra</name>
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    <id>https://hdl.handle.net/20.500.12008/55336</id>
    <updated>2026-06-04T12:29:41Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Factores de riesgo ocupacionales, impacto en la salud y calidad de vida en profesionales de enfermería: revisión integrativa
Autor: Valenzuela Suazo, Sandra Verónica; Orellana Alvear, Johanna Marlene; Parra Chacha, Silvia Marianela; Méndez Barbecho, Nancy Alexandra
Resumen: Introducción. Los profesionales de enfermería se constituyen como un grupo laboral esencial en el sector salud, representando el 56% de los profesionales dedicados a la atención de pacientes. Su trabajo se caracteriza por turnos rotativos y un rol que abarca el cuidado de pacientes, familias y comunidades. Objetivo. Conocer los factores de riesgo ocupacionales que presentan enfermeras y enfermeros, los principales problemas de salud o enfermedades laborales que les afectan y el impacto que tienen en su calidad de vida. Método. Revisión integrativa que usó la metodología INTEGRA. Se exploró el fenómeno en bases de datos Web of Science (WoS); SCOPUS, PubMed, y EBSCO (CINAHL COMPLETE). Resultados. Se revisaron 235 artículos seleccionándose para su análisis 12 estudios, publicados entre 2014 y 2024, que cumplieron criterios de inclusión y exclusión. Los resultados revelan que los factores de riesgo más comunes son los psicosociales: exceso de carga de trabajo, estrés, jornadas extensas, exceso de turnos y acoso laboral. También los factores de riesgo ergonómicos: movimientos repetitivos, posturas extremas y levantar objetos pesados provocan trastornos musculoesqueléticos y molestias, como el dolor de cuello y dolor lumbar que generan discapacidad. Estos factores están directamente relacionados con trastornos de salud mental como el burnout, estrés laboral, depresión y fatiga por compasión, entre otros. Conclusiones. Los factores de riesgo, tanto psicosociales como ergonómicos, tienen un impacto significativo en la salud y calidad de vida de los profesionales de enfermería, así como en la calidad de la atención que brindan. Para abordar esta situación, se sugieren intervenciones como programas de apoyo para las salud mental, protocolos para prevenir el acoso, redistribución equitativa del personal de acuerdo con las necesidades de los servicios y mejorar la satisfacción laboral.; Introduction. Nursing professionals constitute an essential workforce in the health sector, representing 56% of professionals dedicated to patient care. Their work is characterized by rotating shifts and a role that encompasses the care of patients, families and communities. Objective. To identify the occupational risk factors faced by nurses, their main health problems or occupational diseases, and the impact these have on their quality of life. Method. Integrative review using the INTEGRA Methodology. The phenomenon was explored in the Web of Science (WoS), SCOPUS, PubMed, and EBSCO databases (CINAHL COMPLETE). Results. 235 articles were reviewed and 12 studies published between 2014 and 2024 that met the inclusion and exclusion criteria were selected for analysis. The results reveal that the most common risk factors are psychosocial: excessive workload, stress, long working hours, excessive shifts, and workplace harassment. Ergonomic risk factors, such as repetitive movements, extreme postures, and heavy lifting, also cause musculoskeletal disorders (MSDs) and discomfort such as neck and lower back pain, which lead to disability. These factors are directly related to mental health disorders such as burnout, work-related stress, depression, and compassion fatigue, among others. Conclusions. Risk factors, both psychosocial and ergonomic, have a significant impact on the health and quality of life of nursing professionals, as well as on the quality of care they provide. To address this situation, interventions such as mental health support programs, protocols to prevent harassment, and the equitable redistribution of staff according to service needs are suggested to improve job satisfaction.; Introdução. Os profissionais de enfermagem constituem uma força de trabalho essencial no setor da saúde, representando 56% dos profissionais dedicados ao cuidado do paciente. Seu trabalho é caracterizado por turnos rotativos e um papel que abrange o cuidado de pacientes, familiares e comunidades. Objetivo. Identificar os fatores de risco ocupacionais enfrentados por enfermeiros, os principais problemas de saúde ou doenças relacionadas ao trabalho que os afetam e o impacto destes em sua qualidade de vida. Método. Revisão integrativa utilizando a metodologia INTEGRA. O fenômeno foi explorado utilizando as bases de dados Web of Science (WoS), SCOPUS, PubMed e EBSCO (CINAHL COMPLETE). Resultados. Foram revisados 235 artigos e selecionados para análise 12 estudos publicados entre 2014 e 2024 que atenderam aos critérios de inclusão e exclusão. Os resultados revelam que os fatores de risco mais comuns são psicossociais: sobrecarga de trabalho, estresse, longas jornadas de trabalho, trabalho em turnos excessivos e assédio no local de trabalho. Os fatores de risco ergonômicos também são prevalentes: movimentos repetitivos, posturas inadequadas e levantamento de objetos pesados causam distúrbios musculoesqueléticos e desconforto, como dores no pescoço e na região lombar, levando à incapacidade. Esses fatores estão diretamente relacionados a transtornos de saúde mental, como burnout, estresse ocupacional, depressão e fadiga por compaixão, entre outros. Conclusões. Tanto os fatores de risco psicossociais quanto os ergonômicos têm um impacto significativo na saúde e na qualidade de vida dos profissionais de enfermagem, bem como na qualidade do cuidado que prestam. Para lidar com essa situação, são sugeridas intervenções como programas de apoio à saúde mental e protocolos de prevenção, além de medidas para reduzir o assédio moral e promover a redistribuição equitativa da equipe de acordo com as necessidades dos serviços e melhorar a satisfação no trabalho.
Descripción: https://rue.fenf.edu.uy/index.php/rue</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Entorno de la Práctica de Enfermería: validación de la confiabilidad de un instrumento para su medición en el subsector privado Uruguay, 2020</title>
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      <name>Bentancor Giménez, Javier</name>
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    <id>https://hdl.handle.net/20.500.12008/55239</id>
    <updated>2026-05-28T12:16:43Z</updated>
    <published>2020-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Entorno de la Práctica de Enfermería: validación de la confiabilidad de un instrumento para su medición en el subsector privado Uruguay, 2020
Autor: Bentancor Giménez, Javier
Resumen: En el transcurso de la formación como Magíster en Gestión de Servicios de Salud, se constata que en el Uruguay no se cuenta con un instrumento validado para medir el Entorno de la Práctica de Enfermería. La presente tesis refiere a una investigación de desarrollo en sistemas y servicios de salud de metodología cuantitativa, utilizando un instrumento validado en su constructo que permita la aproximación a un nuevo conocimiento sobre el Entorno de la Práctica de Enfermería en el ámbito privado de nuestro país. La presente investigación tiene como precedente el diseño de un instrumento válido para la medición del Entorno de la Práctica de Enfermería en el Uruguay. Se desprenden luego dos líneas de investigación para su validez de apariencia y contenido con la utilización del juicio de expertos, la confiabilidad interna y la estabilidad en el tiempo del instrumento, una en el ámbito público y la segunda, que es el objetivo de la presente investigación, en el ámbito privado, compartiendo el contenido teórico referencial. El instrumento utilizado fue creado en base a 118 ítems comprendidos en 6 dimensiones con fundamento teórico y documental, que fue validado por expertos. Después de ello, se realizó una prueba piloto en el subsector privado, con el fin de obtener un instrumento validado desde el punto de vista de la estabilidad en el tiempo y confiabilidad interna. Como resultado surge un nuevo instrumento validado con 108 ítems, agrupados en 6 dimensiones, con una asociación fuerte indicada por el test de Cramer y una confiabilidad del tipo consistencia interna, también muy robusta.</summary>
    <dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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