Título:
La soberanía a las urnas. ¿Qué entienden los partidos políticos uruguayos por soberanía en 2024?
Otros títulos:
Sovereignty to the ballot box: what do uruguayan political parties understand by sovereignty in 2024?
A soberania às urnas. O que entendem os partidos políticos uruguaios por soberania em 2024?
A soberania às urnas. O que entendem os partidos políticos uruguaios por soberania em 2024?
Coordinador:
Director:
Compilador:
Autor:
Cingia Mascaró, Gastón
Tourreilles Pizzorno, Pablo
Tourreilles Pizzorno, Pablo
Tutor:
Tipo de documento:
Artículo
Editor:
Palabras clave:
Soberanía
Programas electorales
Política exterior
Sovereignty
Party platform
Foreign policy
Soberania
Programas eleitorais
Política externa
Programas electorales
Política exterior
Sovereignty
Party platform
Foreign policy
Soberania
Programas eleitorais
Política externa
Descriptores:
PARTIDOS POLITICOS
DISCURSO POLITICO
SOBERANIA
DISCURSO POLITICO
SOBERANIA
Año de publicación:
2025
Contenido:
Resumen:
Este artículo analiza los usos del concepto de soberanía presentadas por los partidos políticos uruguayos en las elecciones nacionales de 2024. Se sostiene que reflejan principios ideológicos orientados tanto a promover la capacidad de agencia del Estado como a protegerlo de la injerencia externa. Se ofrece una revisión de la evolución conceptual y una propuesta de operacionalización, diferenciándose los sentidos positivo (autonomía) y negativo (no injerencia). A través de tres dimensiones -económica, diplomática y defensa- se examinan los programas de gobierno identificando los sentidos utilizados. Se concluye reflexionado sobre la relevancia dispar que los partidos dan al concepto, así como a los diferentes alcances que la voz soberanía adopta en el discurso político electoral.
This article analyzes the uses of the concept of sovereignty presented by Uruguayan political parties in the 2024 national elections. It argues that these uses reflect ideological principles aimed both at promoting the State’s agency and at protecting it from external interference. A review of the conceptual evolution and a proposal for its operationalization are offered, distinguishing between the positive (autonomy) and negative (non-interference) meanings. Through three key dimensions - economic, diplomatic, and defense - the party platforms are examined to identify the meanings employed. The article concludes by reflecting on the uneven relevance that parties assign to the concept, as well as the different scopes that the notion of sovereignty adopts in electoral political discourse.
Este artigo analisa os usos do conceito de soberania apresentados pelos partidos políticos uruguaios nas eleições nacionais de 2024. Sustenta-se que esses usos refletem princípios ideológicos voltados tanto para promover a capacidade de agência do Estado quanto para protegê-lo da ingerência externa. Apresenta-se uma revisão da evolução conceitual e uma proposta de operacionalização, diferenciando os sentidos positivo (autonomia) e negativo (não ingerência). Por meio de três dimensões -econômica, diplomática e de defesa- examinam-se os programas de governo, identificando os sentidos empregados. Conclui-se com uma reflexão sobre a relevância desigual atribuída ao conceito pelos partidos, bem como sobre os diferentes alcances que a noção de soberania assume no discurso político eleitoral.
This article analyzes the uses of the concept of sovereignty presented by Uruguayan political parties in the 2024 national elections. It argues that these uses reflect ideological principles aimed both at promoting the State’s agency and at protecting it from external interference. A review of the conceptual evolution and a proposal for its operationalization are offered, distinguishing between the positive (autonomy) and negative (non-interference) meanings. Through three key dimensions - economic, diplomatic, and defense - the party platforms are examined to identify the meanings employed. The article concludes by reflecting on the uneven relevance that parties assign to the concept, as well as the different scopes that the notion of sovereignty adopts in electoral political discourse.
Este artigo analisa os usos do conceito de soberania apresentados pelos partidos políticos uruguaios nas eleições nacionais de 2024. Sustenta-se que esses usos refletem princípios ideológicos voltados tanto para promover a capacidade de agência do Estado quanto para protegê-lo da ingerência externa. Apresenta-se uma revisão da evolução conceitual e uma proposta de operacionalização, diferenciando os sentidos positivo (autonomia) e negativo (não ingerência). Por meio de três dimensões -econômica, diplomática e de defesa- examinam-se os programas de governo, identificando os sentidos empregados. Conclui-se com uma reflexão sobre a relevância desigual atribuída ao conceito pelos partidos, bem como sobre os diferentes alcances que a noção de soberania assume no discurso político eleitoral.
Descripción:
Editorial:
Udelar. FCS-ICP
EN:
Revista uruguaya de Ciencia Política, v. 34, e209
Financiadores:
Citación:
Cingia Mascaró, G. y Tourreilles Pizzorno, P. "La soberanía a las urnas. ¿Qué entienden los partidos políticos uruguayos por soberanía en 2024?". Revista uruguaya de Ciencia Política [en línea] 2025, v. 34, e209.
Citación:
metadata.cc.license.name:
Documento del Gobiberno:
URI:
https://hdl.handle.net/20.500.12008/52121
ISBN:
e-ISBN:
ISSN:
ISMN:
Otros identificadores:
Título Obtenido:
Facultad o Servicio que otorga el Título:
Licencia:
Licencia Creative Commons Atribución - No Comercial - Sin Derivadas (CC - By-NC-ND 4.0)
Cobertura geográfica:
Uruguay
Cobertura temporal:
metadata.dc.relation.IsVersionOf:
Clasificación:
Es versión de:
Colecciones:
| Ficheros | Descripción | Tamaño | Formato | ||
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| RUCP_Cingia y Tourreilles_2025v.34.pdf | — | 235.46 KB | Adobe PDF |
