Título:
La igualdad negligenciada en tiempos de la Revolución Francesa
Otros títulos:
Neglected Equality in Times of the French Revolution
A igualdade negligenciada em tempos da Revolução Francesa
A igualdade negligenciada em tempos da Revolução Francesa
Coordinador:
Director:
Compilador:
Autor:
Osta Vázquez, María Laura
Tutor:
Tipo de documento:
Artículo
Editor:
Palabras clave:
Igualdad
Género
Derechos
Revolución Francesa
Paradojas
Equality, Gender
Rights
French Revolution
Paradox
Igualdade
Gênero
Direitos
Revolução Francesa
Paradoxo
Género
Derechos
Revolución Francesa
Paradojas
Equality, Gender
Rights
French Revolution
Paradox
Igualdade
Gênero
Direitos
Revolução Francesa
Paradoxo
Descriptores:
ASPECTOS HISTÓRICOS
IGUALDAD DE GÉNERO
IGUALDAD DE DERECHOS
DERECHOS CIVILES Y POLÍTICOS
IGUALDAD DE GÉNERO
IGUALDAD DE DERECHOS
DERECHOS CIVILES Y POLÍTICOS
Año de publicación:
2021
Contenido:
Resumen:
En este artículo se analizan los conceptos de igualdad defendidos y transcriptos en algunos de los discursos de la Revolución Francesa de 1789, desde una perspectiva de género. A partir de algunas autoras como Joan Scott o Lynn Hunt, entre otras, se analizará la vulnerabilidad o las limitaciones del concepto de igualdad, tan defendido por los revolucionarios. ¿Qué tipo de igualdad defendieron?, ¿quiénes quedaron fuera?, ¿qué paradojas emergían de estos discursos y hasta de las propias feministas sufragistas? Pensar en clave de paradoja, ambigüedad o contradicción es un desafío que se intenta atravesar en este trabajo. Es una mirada de corte descriptivo que lo que busca es dialogar con algunas fuentes y con autores, para poder pensar y reflexionar sobre las paradojas de la Revolución Francesa. En donde la principal injusticia fue haberlas dejado fuera del concepto de ciudadanas, después de que participaran activamente, tanto física como discursivamente
en la Revolución. La igualdad de estas mujeres se vio negligenciada, a pesar de que sus contemporáneas la denunciaron a través de acciones como la redacción de la Declaración de los Derechos de las Mujeres y los cuadernos de quejas.
This article analyzes the concepts of equality defended and transcribed in the discourses of the French Revolution of 1789, from a gender perspective. Starting from some authors such as Joan Scott or Lynn Hunt, among others, the vulnerability or limitations of the concept of equality, so defended by the revolutionaries, will be analyzed. What kind of equality
Este artigo analisa os conceitos de igualdade defendido e transcrito em alguns dos discursos da Revolução Francesa de 1789, desde uma perspectiva de gênero. Partindo de algumas autoras como Joan Scott o Lynn Hunt, entre outras serão analisadas a vulnerabilidade ou as limitações do conceito de igualdade, tão defendido pelos revolucionários. Que tipo de igualdade defenderam? Quem foi deixado fora? Que paradoxos emergiram desses discursos e até mesmo das próprias feministas sufragistas? Pensar em termo do paradoxo, ambiguidade ou contradição é um desafio que tentamos cruzar neste trabalho. É um olhar descritivo que procura dialogar com algumas fontes e autores, para poder pensar e refletir sobre os paradoxos da Revolução Francesa. Onde a principal injustiça foi tê-los deixado fora do conceito de cidadão, depois de terem participado ativamente, tanto física quanto discursivamente, da Revolução. A igualdade dessas mulheres foi negligenciada, apesar de seus contemporâneos a denunciarem por meio de ações como a elaboração da Declaração dos Direitos da Mulher e dos cadernos de queixas
This article analyzes the concepts of equality defended and transcribed in the discourses of the French Revolution of 1789, from a gender perspective. Starting from some authors such as Joan Scott or Lynn Hunt, among others, the vulnerability or limitations of the concept of equality, so defended by the revolutionaries, will be analyzed. What kind of equality
Este artigo analisa os conceitos de igualdade defendido e transcrito em alguns dos discursos da Revolução Francesa de 1789, desde uma perspectiva de gênero. Partindo de algumas autoras como Joan Scott o Lynn Hunt, entre outras serão analisadas a vulnerabilidade ou as limitações do conceito de igualdade, tão defendido pelos revolucionários. Que tipo de igualdade defenderam? Quem foi deixado fora? Que paradoxos emergiram desses discursos e até mesmo das próprias feministas sufragistas? Pensar em termo do paradoxo, ambiguidade ou contradição é um desafio que tentamos cruzar neste trabalho. É um olhar descritivo que procura dialogar com algumas fontes e autores, para poder pensar e refletir sobre os paradoxos da Revolução Francesa. Onde a principal injustiça foi tê-los deixado fora do conceito de cidadão, depois de terem participado ativamente, tanto física quanto discursivamente, da Revolução. A igualdade dessas mulheres foi negligenciada, apesar de seus contemporâneos a denunciarem por meio de ações como a elaboração da Declaração dos Direitos da Mulher e dos cadernos de queixas
Descripción:
metadata.articulos.dc.description.uri:
Editorial:
Udelar. FD
EN:
Revista de la Facultad de Derecho (50) (2021, ene. - jun.)
Financiadores:
Citación:
Osta Vázquez, M. "La igualdad negligenciada en tiempos de la Revolución Francesa". Revista de la Facultad de Derecho (50) (2021. [en línea] 2021 ene. - jun.). 18 p.
Citación:
metadata.articulos.cc.license.name:
ISBN:
e-ISBN:
ISSN:
2301-0665
ISMN:
Otros identificadores:
Cobertura geográfica:
Francia
Cobertura temporal:
1789
Departamento académico:
Grupo de investigación:
Licencia:
Licencia Creative Commons Atribución (CC - By 4.0)
Colecciones:
| Ficheros | Descripción | Tamaño | Formato | ||
|---|---|---|---|---|---|
| AR. 50. Osta Vázquez, María Laura.pdf | Artículo | 460.01 KB | Adobe PDF |
