Título:
Naturaleza y derecho. Pensar lo real más allá de la causalidad y la imputación
Otros títulos:
Nature and right. Think about the real beyond causation and imputation
Natureza e direito. Pensar o real além da causação e imputação
Natureza e direito. Pensar o real além da causação e imputação
Coordinador:
Director:
Compilador:
Autor:
Calderon Astete, Rodrigo
Martínez Montenegro, Isnel
Martínez Montenegro, Isnel
Tutor:
Tipo de documento:
Artículo
Editor:
Palabras clave:
Naturaleza
Formalización
Cosificación
Derecho
Causalidad
Imputación
Complejidad
Nature
Formalization
Reification
Law
Causality
Imputation
Complexity
Natureza
Formalização
Objetivação
Direito
Causalidade
Imputação
Complexidade
Formalización
Cosificación
Derecho
Causalidad
Imputación
Complejidad
Nature
Formalization
Reification
Law
Causality
Imputation
Complexity
Natureza
Formalização
Objetivação
Direito
Causalidade
Imputação
Complexidade
Descriptores:
Año de publicación:
2020
Contenido:
Resumen:
El paradigma moderno concibe a la naturaleza en una relación de disyunción, de separación entre objeto y sujeto. Esto en el modelo jurídico, en formalización y cosificación de las relaciones sociales, lo que no permite apreciar los fenómenos naturales y sociales en su integridad. Los avances en materias de derecho internacional y constitucional significan una evolución, pero no alcanzan a ser suficientes, ya que mantienen la
metodología de resolución de conflictos por imputación y subsunción por lo que reitera la reducción de los procesos bio-psico-sociales a la forma. La holística de la realidad obliga a crear nuevas metodologías para trabajar en sistemas complejos e inestables, lo que impone la obligación de pensar otro derecho.
The modern paradigm has conceived nature in a relationship of disjunction, of separation between object and subject. The above was translated, in the legal model, into formalization and reification of social relations, which does not allow to appreciate the natural and social phenomena in their integrity. The advances in matters of international and constitutional law mean an advance, but they are not enough, since they maintain the methodology of conflict resolution by imputation and subsumption, which reiterates the reduction of the bio-psycho-social processes to the form. The holistic reality forces to create new methodologies to work in complex and unstable systems, which imposes the obligation to think another right.
O paradigma moderno concebe a natureza em uma relação de disjunção, de separação entre objeto e sujeito, isto no modelo jurídico, em formalização e objetivação das relações sociais, o que não permite apreciar os fenômenos naturais e sociais em sua totalidade. Os avanços em matéria de direito internacional e constitucional significam uma evolução, mas não são suficientes, pois mantêm a metodologia de resolução de conflitos por imputação e subsunção, reiterando a redução dos processos biopsicossociais. A natureza holística da realidade exige a criação de novas metodologias para trabalhar em sistemas complexos e instáveis, o que impõe a obrigação de pensar em outro direito.
The modern paradigm has conceived nature in a relationship of disjunction, of separation between object and subject. The above was translated, in the legal model, into formalization and reification of social relations, which does not allow to appreciate the natural and social phenomena in their integrity. The advances in matters of international and constitutional law mean an advance, but they are not enough, since they maintain the methodology of conflict resolution by imputation and subsumption, which reiterates the reduction of the bio-psycho-social processes to the form. The holistic reality forces to create new methodologies to work in complex and unstable systems, which imposes the obligation to think another right.
O paradigma moderno concebe a natureza em uma relação de disjunção, de separação entre objeto e sujeito, isto no modelo jurídico, em formalização e objetivação das relações sociais, o que não permite apreciar os fenômenos naturais e sociais em sua totalidade. Os avanços em matéria de direito internacional e constitucional significam uma evolução, mas não são suficientes, pois mantêm a metodologia de resolução de conflitos por imputação e subsunção, reiterando a redução dos processos biopsicossociais. A natureza holística da realidade exige a criação de novas metodologias para trabalhar em sistemas complexos e instáveis, o que impõe a obrigação de pensar em outro direito.
Descripción:
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Editorial:
Udelar. FD
EN:
Revista de la Facultad de Derecho (49) (2020, jul. - dic.)
Financiadores:
Citación:
Calderon Astete, R y Martínez Montenegro, I. "Naturaleza y derecho. Pensar lo real más allá de la causalidad y la imputación". Revista de la Facultad de Derecho [en línea] (49) (2020, jul. - dic.). 29 p.
Citación:
metadata.articulos.cc.license.name:
ISBN:
e-ISBN:
ISSN:
ISMN:
Otros identificadores:
Cobertura geográfica:
América
África
Asia
Europa
Oceanía
África
Asia
Europa
Oceanía
Cobertura temporal:
Siglo XXI
Departamento académico:
Grupo de investigación:
Licencia:
Licencia Creative Commons Atribución (CC - By 4.0)
Colecciones:
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| AR. 49. Calderon Astete, Rodrigo.pdf | Artículo | 755.09 KB | Adobe PDF |
