Título:
Categorías antisectas en las políticas contra la trata de personas en Argentina y sus implicaciones para las «víctimas»: presentación de un caso de estudio
Otros títulos:
Anti-cult categories in anti-trafficking policies in Argentina and their implications for «victims»: presentation of a case study
Categorias anti-sectárias nas políticas de combate ao tráfico na Argentina e suas implicações para as “vítimas”: apresentação de um estudo de caso
Categorias anti-sectárias nas políticas de combate ao tráfico na Argentina e suas implicações para as “vítimas”: apresentação de um estudo de caso
Coordinador:
Director:
Compilador:
Autor:
Vardé, María
Tutor:
Tipo de documento:
Artículo
Editor:
Palabras clave:
Políticas antitrata
Nuevos movimientos religiosos
Estudios críticos sobre la trata de personas
Anti-trafficking policies
New religious movements
Critical studies on human trafficking
Plíticas antitráfico
Novos movimentos religiosos
Estudos críticos sobre tráfico de pessoas
Nuevos movimientos religiosos
Estudios críticos sobre la trata de personas
Anti-trafficking policies
New religious movements
Critical studies on human trafficking
Plíticas antitráfico
Novos movimentos religiosos
Estudos críticos sobre tráfico de pessoas
Descriptores:
Año de publicación:
2024
Contenido:
Resumen:
En los últimos años han trascendido en Argentina casos de presunta trata de personas por parte de minorías religiosas y espirituales, acompañados de la incorporación en los lenguajes de las burocracias antitrata de categorías como «secta», «lavado de cerebro», y otras derivadas. Esta terminología es plasmada tanto en el ámbito judicial como en medios de comunicación y en campañas de difusión pública. Esto ha provocado controversias y rechazo por parte de tribunales y personas calificadas como «víctimas», quienes señalaron el contenido discriminatorio de dicha terminología y sus aplicaciones. En este trabajo se presentan los lineamientos y algunos avances de un proyecto de investigación que aborda críticamente este fenómeno a través de un caso de estudio: la causa Escuela de Yoga de Buenos Aires. En esta, las presuntas víctimas se organizaron para intervenir en el expediente judicial en apoyo de la defensa, discutiendo la retórica desplegada por la acusación, y planteando demandas de naturaleza constitucional. Este hecho representa un acontecimiento novedoso en el contexto de las políticas públicas contra la trata de personas en Argentina, ofreciendo una oportunidad única de análisis.
In recent years, cases of alleged human trafficking by religious and spiritual minorities have come to light in Argentina, accompanied by the incorporation into the language of anti-trafficking bureaucracies of categories such as «cult», «brainwashing», and other derivatives. This terminology is used in the judicial sphere as well as in the media and in public campaigns. This has provoked controversy and rejection by courts and people qualified as «victims», who pointed out the discriminatory content of such terminology and its applications. This paper presents the outlines and some advances of a research project that critically addresses this phenomenon through a case study: the Buenos Aires Yoga School case. In this case, the alleged victims organized themselves to intervene in the judicial file in support of the defense, disputing the rhetoric deployed by the prosecution, and raising claims of a constitutional nature. This event represents a novel development in the context of public policies against human trafficking in Argentina, offering a unique opportunity for analysis.
Nos últimos anos, casos de suposto tráfico de pessoas por minorias religiosas e espirituais vieram à tona na Argentina, acompanhados pela incorporação na linguagem das burocracias antitráfico de categorias como «seita», «lavagem cerebral» e outros derivados. Essa terminologia é usada na esfera judicial, bem como na mídia e em campanhas de alcance público. Isso provocou polêmica e rejeição por parte dos tribunais e das pessoas qualificadas como «vítimas», que apontaram o conteúdo discriminatório dessa terminologia e de suas aplicações. Este artigo apresenta as linhas gerais e alguns avanços de um projeto de pesquisa que aborda criticamente esse fenômeno por meio de um estudo de caso: o caso da Escuela de Yoga de Buenos Aires. Nesse caso, as supostas vítimas se organizaram para intervir no processo judicial em apoio à defesa, contestando a retórica utilizada pela acusação e fazendo exigências de natureza constitucional. Isso representa um novo desenvolvimento no contexto da política pública de combate ao tráfico na Argentina, oferecendo uma oportunidade única de análise.
In recent years, cases of alleged human trafficking by religious and spiritual minorities have come to light in Argentina, accompanied by the incorporation into the language of anti-trafficking bureaucracies of categories such as «cult», «brainwashing», and other derivatives. This terminology is used in the judicial sphere as well as in the media and in public campaigns. This has provoked controversy and rejection by courts and people qualified as «victims», who pointed out the discriminatory content of such terminology and its applications. This paper presents the outlines and some advances of a research project that critically addresses this phenomenon through a case study: the Buenos Aires Yoga School case. In this case, the alleged victims organized themselves to intervene in the judicial file in support of the defense, disputing the rhetoric deployed by the prosecution, and raising claims of a constitutional nature. This event represents a novel development in the context of public policies against human trafficking in Argentina, offering a unique opportunity for analysis.
Nos últimos anos, casos de suposto tráfico de pessoas por minorias religiosas e espirituais vieram à tona na Argentina, acompanhados pela incorporação na linguagem das burocracias antitráfico de categorias como «seita», «lavagem cerebral» e outros derivados. Essa terminologia é usada na esfera judicial, bem como na mídia e em campanhas de alcance público. Isso provocou polêmica e rejeição por parte dos tribunais e das pessoas qualificadas como «vítimas», que apontaram o conteúdo discriminatório dessa terminologia e de suas aplicações. Este artigo apresenta as linhas gerais e alguns avanços de um projeto de pesquisa que aborda criticamente esse fenômeno por meio de um estudo de caso: o caso da Escuela de Yoga de Buenos Aires. Nesse caso, as supostas vítimas se organizaram para intervir no processo judicial em apoio à defesa, contestando a retórica utilizada pela acusação e fazendo exigências de natureza constitucional. Isso representa um novo desenvolvimento no contexto da política pública de combate ao tráfico na Argentina, oferecendo uma oportunidade única de análise.
Descripción:
Editorial:
Udelar. FHCE
EN:
Encuentros Latinoamericanos. Segunda época, 8(2), 46-67
Financiadores:
Citación:
Vardé, M. "Categorías antisectas en las políticas contra la trata de personas en Argentina y sus implicaciones para las «víctimas»: presentación de un caso de estudio". Encuentros Latinoamericanos. Segunda época. [en línea] 2024 8(2), 46-67. DOI: https://doi.org/10.59999/el.v8i2.2498
Citación:
metadata.cc.license.name:
Documento del Gobiberno:
URI:
https://hdl.handle.net/20.500.12008/48437
ISBN:
e-ISBN:
ISSN:
1688-437X
ISMN:
Otros identificadores:
Título Obtenido:
Facultad o Servicio que otorga el Título:
Licencia:
Licencia Creative Commons Atribución - No Comercial - Compartir Igual (CC - By-NC-SA 4.0)
Cobertura geográfica:
Argentina
Cobertura temporal:
metadata.dc.relation.IsVersionOf:
Clasificación:
Es versión de:
Colecciones:
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